English French German Japanese Portuguese Spanish

Mantém o site

Recomendamos

Nós temos 12 visitantes online

Total de visitas ao site:47467

Início Exús na Umbanda
Os exus na Umbanda

Comentário do Pai de Santo

 

A atuação ou presença do elemento exu nos nossos templos é sempre muito polêmica.

“Os exus não trabalham no desenvolvimento dos rituais de Umbanda!”

Os exus comparecem aos templos de Umbanda apenas na função de guardião da porta dos templos ao lado dos guerreiros de Ogum e demais entidades superiores da Umbanda.

Sob a supervisão de nossos Guias, podem nos ajudar a desmanchar feitiços e nesses casos são aliados de valor.

Fora dessa condição, são seres mistificados por espíritos inferiores altamente malignos.

Os exus não possuem autorização para atender freqüentadores em templos de Umbanda e quando um templo utiliza exus no atendimento de seus freqüentadores, esse templo não é de Umbanda. Normalmente são templos de Quimbanda mascarados como de Umbanda, ou então, são templos que misturam o ritual de Umbanda com o Candomblé e para esses templos usa-se o termo "Umbandomblé", para designar um templo que não é de Umbanda e também não é Candomblé.
A responsabilidade dessa conduta pertence aos dirigentes desse templo, que normalmente mal preparados, permitem o atendimento aos seus freqüentadores com exus e pomba gira.

Os exus, embora não pertençam aos rituais de Umbanda, são evocados pelo plano espiritual superior para nos ajudar a desmanchar trabalhos de baixa magia, por serem exímios conhecedores dessas práticas. Em nossa casa os exus também são evocados por nossos Guias espirituais. Essa prática, no entanto, só ocorre raramente, a portas fechadas e sem atendimento ao público. Normalmente, o objetivo da evocação é a descarga pesada do terreiro e de seus médiuns. Fora dessa prática, trabalhar com exus é praticamente falhar como médium de Umbanda. Se for permitido o atendimento aos freqüentadores de um templo pelos exus, entre eles estarão os espíritos mistificadores conhecidos como quiumbas e rabos de encruza, que tentarão sempre desvirtuar trabalhos e enganar as pessoas.

Com exus não se brinca e a eles não se pedem favores. Não há necessidade disso. Nossos Guias e Protetores possuem as forças necessárias para nos ajudar. Hoje, o termo exu é erradamente utilizado para designar qualquer espírito maligno,  não são os exus que praticam as imoralidades em templos que se dizem de Umbanda, mas na realidade não o são.

Os verdadeiros marginais do astral, conhecidos como rabos de encruza ou eguns, são tão malignos e imorais que praticam e ensinam coisas que os exus não praticam e não ensinam e são atraídos para dentro dos templos de precária moralidade, local onde são praticadas a baixa magia, a safadeza e a ignorância espiritual, onde a responsabilidade dessa conduta pertence ao dirigente material (Pai de Santo) que despreparado atrai aqueles que se situam em sua faixa vibratória de sentimentos, pensamentos e de conduta como ser humano.
A entidade que se apresenta como Caboclo Xoroquê ou Ogum Xoroquê, onde a imagem representativa da entidade, mostra-o metade como um Caboclo e a outra metade como um exu.

A explicação popular informa que a entidade trabalha seis meses do ano como Caboclo e os outros seis meses como exu. Isso não é verdadeiro. Na realidade, trata-se de um exu mistificador de Caboclos, seu próprio bom senso pode lhe mostrar a verdade, ou seja, não se pode servir a dois senhores, não há como ser bom durante seis meses e mau os seis meses restantes ou ainda, servir a Deus e ao demônio. Quem ensina essas besteiras é o quimbandeiro.

Conheci locais que dedicavam à linha de exu um aparato superior ao destinado aos Guias, Santos e Orixás. Ao entrar no templo, encontrava no altar as imagens dos santos, todas pequenas, lascadas e empoeiradas, mas no local destinado aos exus ou ainda pior, dentro do próprio templo, lá estava a imagem do exu com 1,80 m de altura e aos pés da imagem as reverencias e obrigações eram feitas.

Esses locais dedicavam aos exus um tratamento bestial. Em determinado local constatei até sacrifícios de animais aos pés da imagem e isso dentro do local destinado ao desenvolvimento dos trabalhos e isso, sem a menor cerimônia... E os ignorantes acreditavam estar fazendo o certo.

 

Existem dois tipo de quimbandeiro:


Existe o quimbandeiro ignorante e mal preparado que aprendeu tudo errado com alguém mais errado do que ele e pratica a coisa errada julgando que está fazendo o certo ao proceder dessa forma. O resultado nesses locais é a obsessão pesada que seus freqüentadores passam a sofrer, sejam consulentes, médiuns e principalmente o seu dirigente.

Esses locais não são templos de Umbanda e embora coloquem o nome da Umbanda em suas portas, todo tipo de exploração e safadeza lá é desenvolvida sob a alegação de fornecer ajuda a quem os procuram. Normalmente exploram financeiramente os incautos que lá comparecem, alegando demandas e feitiços sobre as pessoas. Promovem grandes festas aos exus e vestem-se ricamente com adornos que nada têm em comum com os exus ou os cultos de Umbanda.

 

E existe o quimbandeiro consciente do que pratica e desde que sejam pagos, desenvolvem qualquer tipo de trabalho (normalmente para o mal). Esse é o tipo mais perigoso de quimbandeiro, que consciente e conhecedor das leis de causa e efeito do mundo astral, evoca entidades de baixíssimo nível e desenvolve a magia de forma potencialmente negativa.

Fuja deles!

Nesses locais só existem o sofrimento e a vampirização.

 

.

 

Nussticia do Mês

Capa de Novembro de 2009

 

Enquete

Devemos cobrar por trabalhos?
 

CopyRight 2008 NUSS- Núcleo Umbandista São Sebastião - Todos os direitos reservados.

invisivel